Happy Tree Friends - Blind Date
Como não podia faltar, a quinta feira pede um pouco de humor negro….

Como não podia faltar, a quinta feira pede um pouco de humor negro….
A expressão artística através do desenho como forma de exteriorizar e comunicar, atravessa toda a história do homem e em todas as culturas.
O fascínio que sentimos perante obras artísticas como um desenho rupestre, gótico, renascentista ou contemporâneo, faz-nos pensar acerca do que estará no cerne destas obras para provocarem tal efeito. Diz-se que só o homem possui este fascínio e capacidade de admiração perante os fenómenos e factos estéticos e que portanto os “persegue”, procurando exprimir-se através da arte. É com a mão que fazemos os gestos de desenhar. Os instrumentos surgem como objectos que constituem o prologamento das mãos, materializando visualmente o pensamento.
O desenho como disciplina das artes plásticas, reveste-se de características diversas quanto ao tipo de linguagem utilizado. Quando o registo envolve a referência aos aspectos visíveis da realidade e se traduz em imagens com um grau de relação mais ou menos aproximada com o conhecido, está-se no campo da figuração. O que vemos nas imagens tem uma relação directa com o que conhecemos: pessoas, objectos, espaços, etc.
Quando pelo contrário, o desenho é constituído por machas, linhas, pontos e nada no conjunto apresenta nenhuma espécie de paralelo com o mundo visível, está-se no domínio do registo abstracto. O que aqui é veiculado é uma criação do domínio do intelecto, do raciocínio, eventualmente da emoção, mas é traduzido por uma conjugação de registos que não têm nenhum paralelo com o que conhecemos da realidade visível .
Muito se fala em web 2.0, alguns ja falam na 3.0, mas na verdade tudo isso causa as vezes um grande embaraço pra quem não conhece esses termos, há quem é contra e que é a favor, hoje lendo o Webinsider achei uma matéria bem interessante escrita pelo JC Rodrigues que fala bastante coisa dobre web 2.0, vale a pena ler.
O conceito de web 2.0 fez com que planejadores de comunicação e tecnólogos repensassem a forma como disponibilizavam recursos e ações publicitárias para o público em geral.
Do ponto de vista técnico, a utilização da internet como plataforma para aplicativos e ferramentas quebrou o paradigma da solução ‘in-a-box’. Mas a discussão neste artigo não trata da ‘webalização’ de aplicativos mais sim de como o conceito de UGC (User Generated Content) vem sendo tratado pelo mercado publicitário em suas campanhas e websites.
Do final de 2006 para 2007 houve uma verdadeira migração do que era ‘cool’ no mundo virtual. Redes sociais e second lifes à parte, vimos uma verdadeira enxurrada de projetos web pedindo que o usuário (consumidor) conte sua história, envie sua foto, envie seu vídeo, enfim, ajude a construir o conteúdo do ambiente receptivo proposto.
Pois bem, passada a novidade, o que se nota é uma repetição de fórmulas prontas quando ações de comunicação se utilizam da internet colaborativa na venda de um produto ou conceito.
Quase como um roteiro pronto, pede-se aos usuários que:
1) visitem ou escrevam uma frase/blog;
2) enviem sua foto/vídeo ou
3) digam como vai ser o futuro
Dois questionamentos derivam destas ações: primeiro, até quando as pessoas se sentirão motivadas a colaborar em nome de campanhas publicitárias? Até quando ver o próprio nome publicado em um website terá apelo suficiente para envolvê-las em sua ação? A partir do momento em que todos trabalham as mesmas molduras na concepção criativa de campanhas publicitárias, qual o fator de diferenciação que fará com que as pessoas participem em uma ou outra ação (ou qualquer uma delas)?
Um segundo ponto, o que mais pode ser feito com internet colaborativa além das três opções apresentadas acima? Será que tudo de web 2.0 resume-se à “visite/escreva uma história, envie sua foto/vídeo/história e diga como vai ser o futuro”?
Bem, por partes. O envolvimento das pessoas em ações com UGC está intrinsecamente ligado a dois possíveis benefícios, a utilização de ações promocionais, com premiações que motivem a colaboração do usuário ou, o que ocorre em sua maioria, os ‘15 minutos de fama de Andy Warhol’, a simples possibilidade de verem suas criações e seus dados pessoais publicados no website de uma grande empresa.
A utilização desenfreada de ações promocionais como subsidio para a colaboração, além de ser um tanto quanto dispendiosa, pode tornar-se a ‘figurinha do chiclete’, não permitindo que outra mecânica similar exista sem que haja o benefício adicional do prêmio. Esta possibilidade, por si só, é descartada.
Trabalhar o motivacional em cima da publicação dos dados dos participantes tem sido, contudo, a melhor (e mais barata) saída para projetos baseados em UCG. Desconsiderando eventuais problemas jurídicos inerentes à hospedagem de conteúdo gerado por terceiros (tema para outro artigo), o que vemos é um pequeno grupo de usuários que realmente envolvem-se com o tema proposto e outros 90% de visitantes ocasionais cujo interesse na ação é tão profundo quanto o relacionamento sentimental com seu último almoço (ok, mais um desses sites “visite/escreva uma história, envie sua foto/vídeo/história e diga como vai ser o futuro”).
A carência de criatividade na concepção e fluxo de navegação nos websites publicitários baseados em 2.0 banaliza o impacto das ações publicitárias, reduzindo com isto a quantidade de pessoas envolvidas com seu tema (objetivo primário do conceito).
Onde está a solução então? Inicialmente na compreensão de que o conceito de Web 2.0 não se trata apenas de usuários fazendo o conteúdo de um website, mas sim da descentralização da produção da informação. Mas uma coisa não é igual à outra?
Não necessariamente, sobretudo se avaliarmos, inicialmente, questões como o repertório individual de cada usuário, seus conhecimentos e experiências e, num mesmo nível, sua localização geográfica (uma informação que só ele tem, até que se descubra como dois corpos podem ocupar o mesmo espaço/tempo).
O conhecimento particular de um indivíduo poderia ser usado para otimizar conteúdos ou serviços web (muito mais do que a capacidade de escrita de cada indivíduo para “escrever uma frase sobre..”). Serviços como Wikipedia e Google Maps/Earth já se fazem valer desta característica sendo, simultaneamente, sites web 2.0 e sites úteis. Sem copiar estas fórmulas já prontas, quando é que uma empresa criará uma campanha publicitária 2.0 e útil?
Assista o vídeo abaixo com algumas artes da Camila
Para acessar o seu blog clique aqui.
Estou definitivamente apaixonado por esse desenho, todo dia perto algumas horas vendo os episódios..hahaha.
Estou dependente.
Após uma longa viagem pela África, o amigo gaúcho desabafa:
- Bah gaiteiro velho… tô mal… tô destruído tchê!…
- Mas que foi? Acabaste de voltar de férias e já estás aí com essa cara de bunda?
- Mas é que aconteceu uma coisa tri-chata lá, tche… Imagina que eu tava lavando o rosto na beira do rio, aí apareceu um gorila enorme por trás de mim, ele me agarrou, me apertou… e me enrabou, tchê! Ele me enrabou!
- Te enrabou??? Puxa… Chato isso… Mas quer um conselho? Esquece isso!
Ninguém vai saber… Você sabe, gorila não fala!
- Pois é! Não fala, não escreve, não me telefona, não manda notícias tô quase pirando!!!
haha
PS: A piada acima não condiz com as idéias dos integrantes do blog.
Hoje quando fui acessar o site da revista Computer arts, me deparei com uma de minhas artes ilustrando um dos espaços reservados aos assinantes e usuários, é muito bom saber que o seu trabalho foi escolhido pra alguma coisa, a edição de Março ainda não chegou, mas ainda fica a torcida pra ver se minhas artes aparecem na revista também. No site vocês encontrarão duas artes, uma ja é um pouco antiga que é a “Salve Zumbi”, e uma mais recente que não tem nome, foi apenas colagens aleatórias que eu realizei, mas a imagem está abaixo com o link pra página.
Depois de um longo tempo sem aparecer por aqui o grande Jonas voltou a enviar alguns e-mails que merecem destaques aqui no blog, como esse de filosofia de buteco…
‘A diferença entre uma mulher na TPM e um seqüestrador, é que com o seqüestrador ainda existe uma possibilidade de negociação’.
‘Os problemas da vida são como um tarado bem dotado: é melhor enfrentar, porque se você virar as costas, vai ser bem pior!’
‘Ninguém vencerá a guerra dos sexos. Há muita confraternização entre os inimigos’.
‘O Brasil é um país geométrico… tem problemas angulares, discutidos em mesas redondas, por um monte de bestas quadradas.’
‘Mulher é igual a macarrão: você enrola, enrola, enrola… e come!’ (quem escreveu é um F.D.P.!!!)
‘Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só!’
‘O chifre é como o consórcio… Quando você menos espera é contemplado. ‘
‘Homem feio é igual à ventania: só quebra galho’.
‘A diferença entre o homem e a mulher é que o pau que está entre as pernas do homem é sempre o mesmo’.
‘Sogra é como onça: todos temos que preservar, mas ninguém quer ter em casa.’
‘Mulheres são como traduções: as boas não são fiéis e as fiéis não são boas.’
‘Mulher de amigo é que nem muro alto: a gente trepa, mas dá um medo…’.
‘A diferença entre a mulher decidida e o homem mulherengo é que a mulher decidida está sempre pronta para o que der e vier, e o homem mulherengo está sempre pronto para quem vier e der.’
‘O que há em comum entre um bolo queimado, cerveja estourada no congelador e mulher grávida?
Nada; mas se você tivesse tirado antes nada disso teria acontecido…’
Muito legal o website do filme que será lançado esse ano, Kung fu Panda.
Elenco
Jack Black … Po (voz)
Jackie Chan … Master Monkey (voz)
Dustin Hoffman … Shifu (voz)
Lucy Liu … Master Viper (voz)
Ian McShane … Tai Lung (voz)
other cast:
Angelina Jolie … Tigress (voz)
Michael Clarke Duncan
David Cross … Master Crane
Randall Duk Kim … Oogway (voz)

No vídeo a torcida fazendo bonito, gritando o grito do botafogo, é de arrepiar.
“Uma geração de sucesso. Se você é do sexo masculino e sua infância foi vivida nos anos 80, certamente você se lembra dos “Tranformers”: carros, motos, aviões e uma infinidade de veículos que se transformavam em robôs super modernos na defesa contra o crime. Criados pela Hasbro, os brinquedos fizeram muito sucesso e, rapidamente, viraram revista em quadrinhos e desenho animado. Agora, vinte anos depois, chega a vez de o cinema recebê-los. A história do longa deve ser centrada na guerra entre os dois grupos de robôs. O liderado por Optimus Prime acredita na paz e na tolerância. Já o de Megatron quer exterminar a vida biológica, ou seja: nós, os humanos. O ator John Voight está na adaptação da famosa série futurísticas “Transformers”, que tem a direção de Michael Bay (“A Ilha”). Em “Transformers: The Movie”, Voight, que já trabalhou com Bay em “Pearl Harbor”, viverá o Secretário de Estado. Outro nome que também estará na batalha robótica nas telonas é o da jovem Megan Foxx (“Confissões de Uma Adolescente em Crise”). A produção conta com Shia LaBeouf (“Constantine”) e Travis Van Winkle (“The O.C.”) no elenco. Os rumores apontam ainda Tyrese Gibson (“O Vôo da Fênix”), Bernie Mac (“Doze Homens e Outro Segredo”) e John Turturro (“Faça a Coisa Certa”).”
Para fazer o download do torrent basta clicar aqui ou na imagem.